quarta-feira, maio 25, 2005

quickie

Carol, eu acho que engordaria se palavras fossem comida(s), já que as devoraria com mais velocidade do que se fossem chocolate - e gastaria-as com a mesma frequência que faço ginástica...

terça-feira, maio 24, 2005

autori(a)zação

Sim, eu creio em atos falhos.
Sim, não caibo em mim de satisfação por uma das sessões de hoje.
Sim, eu sou analista. Ao menos meu inconsciente já denuncia esta tendência observada há tempos. Mas hoje a autorização veio pela erupção do lapso: estava guardando em minha carteira o pagamento dado pelo paciente, que deveria ser encaminhado à clínica.
Que bonitinho! :o)

sábado, maio 21, 2005

eu sei, eu sei...

Eu sei que faz tempo. Eu sei que estou perdendo a minha sanidade aos poucos por estar me privando destes momentos simples de solidão que me permitem (re)escrever e (re)elaborar. Eu sei.
Mas antes de tentar apresentar qualquer justificativa, digo pra lerem o
blog da Tati. Ele explica. E me permite ficar mais um pouquinho na posição confortável de não pensar. Só mais um pouquinho.

segunda-feira, maio 02, 2005

to a woman crying in the bus

It's the changing tides of time
what you see is what you can't get
You look so desperate
Can't you see that the wind
won't blow away your sorrow?
Can't you guess that the storm
Brings snow and trouble
Revolving inside you
You can feel it coming
you know you can´t help it
It's swallowing you slowly
It's eating your guts
All the things you want
All the failures pile up
While you cry about them
While you show off your misery
All the failures pile up
Ain't no time to file them
Ain't no time to delete them
Ain't no time to shred them
It's the way it goes
What you see you can't get
What you got you can't see
Cos the tears of desperation
Won't let you see clear

It's come full circle

sábado, abril 23, 2005

feliz desaniversário

Nossa, não sei qual foi a última vez que levantei da cama de manhã lembrando o que havia sonhado durante a noite. Não lembro qual foi a última vez que escrevi alguma coisa meaningful, seja no blog, seja em outro meio. Não lembro qual foi a última sexta à noite que fiquei em casa sozinha com um micro à disposição por um certo tempo.
Chamem de futilidade, chamem de consumismo, chamem de individualismo exacerbado, mas eu preciso de um território bem definido e de coisas minhas, só minhas, para funcionar bem. Até funciono sem isso, não chego a ser um poço de chatura nessas exigências-resquícios de vida de filha única, mas é bem mais gostoso quando eu tiro um tempinho pra pensar nas minhas coisas e escrever um pouquinho, nem que seja só pra relembrar dos sonhos bizarros da noite anterior.
No fim das contas, até que essa gripe que me derrubou em casa tem um lado bom. Tudo bem que Xuxu está fazendo festa sem mim e provavelmente não vai passar aqui hoje, tudo bem que meu nariz está entupido e já meio raladinho de tanto assoar, tudo bem que estou com febre e meu corpo dói, mas está uma gostosura ficar de roupão, meio desgrenhada, tomando chazinho.
Meu novo desafio nessa vida mais agitada vai ser encontrar um pedacinho de vórtex tempo-espaço para escrever e pôr as coisas em ordem.
Ah, e análise cairia bem, até. Piadas à parte.
Bom final de semana, pipou!
E lembrem-se: baby-steps!! :o)
PS: dia 16 de abril foi aniversário de um ano dessa empreitada. E para responder ao eDEgar e aos que compartilham a dúvida, o nome Bluemind não tem nada a ver com tristeza ou blues. É que todas as lembranças mais legais da minha infância e aborrecência envolvem a cor azul.