sábado, agosto 28, 2004

eu devia ter um laptop

porque só tenho idéias de boas escrituras no quentinho da minha cama, quando o homenzinho da areia, segundo a singela definição da Amanda, vem jogar areia nos olhos da gente. Aí fico eu, pobre escrava da minha blue-mind, me degladiando horas e horas pra conseguir cuspir meia dúzia de palavras bobas. Não que eu não seja boba, é claro que sou, silly as hell, mas bem que as boas idéias podiam se conservar só mais um pouquinho na minha cabeça doida...

quarta-feira, agosto 25, 2004

nem vem

vão se danar, hoje começam as aulas desse semestre. saco.
pelo menos é o último com aulas. depois trabalho de graça mais um pouco e finalmente pego o canudo... lá em 2006, eu acho. saco.

Nobody does it better :o)

Lyrics by Carol Bayer Sager
Sung by Carly Simon

Nobody does it better,
Makes me feel sad for the rest.
Nobody does it half as good as you,
Baby, you're the best.

I wasn't looking, but somehow you found me.
I tried to hide from your love light,
But like heaven above me, the spy who loved me,
Is keeping all my secrets safe tonight.

And nobody does it better,
Though sometimes I wish someone could,
Nobody does it quite the way you do,
Why'd you have to be so good?

The way that you hold me, whenever you hold me,
There's some kind of magic inside you,
That keeps me from running but just keep it coming.
How'd you learn to do the things you do?

And nobody does it better,
Makes me feel sad for the rest.
Nobody does it half as good as you,
Baby, baby, darling, you`re the best.

segunda-feira, agosto 23, 2004

sobre o arrependimento

se matasse, ai de mim!
mas enquanto isso a vida segue, agente tropeça, às vezes cai, se estabaca no chão, aí levanta, vê que algumas coisas dão certo, que algumas escolhas foram bem feitas e se agarra nisso com unhas e dentes, porque a gente é mortal, fraquinho e bobo.
fiz merda? fiz! muita! desisti e voltei atrás com o rabinho entre as pernas, mas sem nunca saber mesmo se tomei a decisão certa. azar do goleiro.
Torturava-se com recriminações, mas terminou por se convencer de que era no fundo normal que não soubesse o que queria: nunca se pode saber aquilo que se deve querer, pois só se tem uma vida e não se pode compará-la com as vidas anteriores nem corrigi-la nas vidas posteriores.
Não existe meio de verificar qual é a boa decisão, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É isso que faz com que a vida pareça sempre um esboço. No entanto, mesmo "esboço" não é a palavra certa porque um esboço é sempre um projeto de alguma coisa, a preparação de um quadro, ao passo que o esboço que é a nossa vida não é o esboço de nada, é um esboço sem quadro.
Tomas repete para si mesmo o provérbio alemão: einmal ist keinmal, uma vez não conta, uma vez é nunca. Não poder viver senão uma vida é como não viver nunca.
Já dizia o Kundera (Insustentável, p. 14)

manduchinha

internerd freak de bosta é tu, tá?
e sim, eu também te amo!